Ontem estreamos pelo projeto Saindo da Garagem, no Orilley Irish Pub.
O local é bem maior que o Rayuella mas não deu muita gente. Tocamos juntamente com as bandas "Siltu" e "14". Esta última levou a maioria das pessoas ontem.
Show bem mais ou menos se comparado com a noite mágica no Rayuella no último dia 19. Mas ainda assim foi divertido.
Não passamos o som. Se tem uma coisa que aprendemos com o tempo de palco é que é essencial passar som. Ninguém estava se ouvindo. Com isso todo mundo tende a tocar mais alto. (Vale lembrar que o som já estava no talo desde a primeira banda). Sério, tava realmente muito alto. Com isso e mais o ar condicionado nas costas do nosso front-man, Bryan perdeu sua voz, eu fiquei rouco e por aí foi...Os pedais do Bernardo não funcionaram, não deu tempo de arrumar direitinho a posição das peças da bateria, ver volume...enfim.
Pode dizer que é frescura mas foda-se. Esse negócio de tocar com muita banda, de trocar de palco em 10 minutos e sair na correria pra tocar é uma merda. Claro que temos, e vamos, tocar em todas as oportunidades que surgirem, mas que é uma merda é. Não dá pra se concentrar nem se aquecer direito. Tudo na correria!!!
O bom é chegar. Montar tudo com calma, passar o som, deixar tudo filé e quando tiver tudo pronto, ainda faltar uma hora pra começar a tocar. Tempo pra tomar uma e relaxar. Anyway. Shit happens!!!
Pra compensar, uma set curta e bem executada.
Vale ressaltar que o Bryan surtou em "Sobre Encontros...". Jogou o pedestal prum lado, começou a alucinar. Isso foi muito féra. Confesso que fiquei com medo dele chutar um amplificador e pagar mosh. Mas isso não ocorreu, felizmente.
Resumo da ópera:
O'Rilley: 10 reais com qualquer cartão que você quiser
Chopp: 20 reais com qualquer cartão que você tiver crédito
Ver o Bryan quebrando o palco como uma estrela do rock: não tem preço!
Vou dar uma nota 6 só pra passar de ano.
Grande Abraço,
B.S.
O local é bem maior que o Rayuella mas não deu muita gente. Tocamos juntamente com as bandas "Siltu" e "14". Esta última levou a maioria das pessoas ontem.
Show bem mais ou menos se comparado com a noite mágica no Rayuella no último dia 19. Mas ainda assim foi divertido.
Não passamos o som. Se tem uma coisa que aprendemos com o tempo de palco é que é essencial passar som. Ninguém estava se ouvindo. Com isso todo mundo tende a tocar mais alto. (Vale lembrar que o som já estava no talo desde a primeira banda). Sério, tava realmente muito alto. Com isso e mais o ar condicionado nas costas do nosso front-man, Bryan perdeu sua voz, eu fiquei rouco e por aí foi...Os pedais do Bernardo não funcionaram, não deu tempo de arrumar direitinho a posição das peças da bateria, ver volume...enfim.
Pode dizer que é frescura mas foda-se. Esse negócio de tocar com muita banda, de trocar de palco em 10 minutos e sair na correria pra tocar é uma merda. Claro que temos, e vamos, tocar em todas as oportunidades que surgirem, mas que é uma merda é. Não dá pra se concentrar nem se aquecer direito. Tudo na correria!!!
O bom é chegar. Montar tudo com calma, passar o som, deixar tudo filé e quando tiver tudo pronto, ainda faltar uma hora pra começar a tocar. Tempo pra tomar uma e relaxar. Anyway. Shit happens!!!
Pra compensar, uma set curta e bem executada.
Vale ressaltar que o Bryan surtou em "Sobre Encontros...". Jogou o pedestal prum lado, começou a alucinar. Isso foi muito féra. Confesso que fiquei com medo dele chutar um amplificador e pagar mosh. Mas isso não ocorreu, felizmente.
Resumo da ópera:
O'Rilley: 10 reais com qualquer cartão que você quiser
Chopp: 20 reais com qualquer cartão que você tiver crédito
Ver o Bryan quebrando o palco como uma estrela do rock: não tem preço!
Vou dar uma nota 6 só pra passar de ano.
Grande Abraço,
B.S.
Nenhum comentário:
Postar um comentário